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terça-feira, 4 de maio de 2010

VIII Congresso Brasileiro de Direito Internacional - INSCREVAM-SE JÁ!

- Dados Gerais

1.a. Temas centrais de discussão

Tema geral

O Direito Internacional e sua aplicação pelo Direito brasileiro

Tema central

Sociedade internacional contemporânea e Direito Internacional

1.b. Data

18 a 21 de agosto de 2010

1.c. Local

FOZ DO IGUAÇU - PARANÁ
Hotel Bourbom Cataratas

1.d. Público a quem é direcionado

Profissionais da área jurídica, estudantes de Direito, Relações Internacionais e Comércio Exterior, magistrados, promotores, empresários, pesquisadores, etc.

1.e. Carga horária

Certificado de 40 horas/aula para participação integral, que será entregue no último dia do evento.

1.f. Metodologia

Apresentação de palestras individuais, que focalizem temas específicos, em painéis temáticos compostos por quatro ou cinco palestrantes, seguido de debate geral, provocado por perguntas ou observações dos participantes.

1.g. Presidente de honra do Congresso

Professor Dr. Vicente Marotta Rangel

1.h. Coordenação geral

Professor Dr. Wagner Menezes

1.i. Coordenação executiva

Professora Doutora Gisele Ricobom

1.j. Equipe de coordenação executiva

Antonio José Guimarães Brito
Professor de Direito Internacional da Universidade do Oeste de Santa Catarina - UNOESC

Fabio Aristimunho Vargas
Mestre em Direito Internacional da USP Professor de Direito Internacional das Faculdades Unificadas de Foz do Iguaçu e da Faculdade Anglo-Americano

Gabriella Hizume
Professora de Direito Internacional da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (campus de Francisco Beltrão)

Professor André Bezerra Meireles
Mestre em Direito pela UFSC Professor de Direito Internacional da Faculdade Santa Marcelina - SP

Carolina Spack Kemmelmeier
Professora da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (campus de Foz do Iguaçu)

Larissa Rosevics
Coordenadora do Curso de Relações Internacionais da Unibrasil

Patricia Regina Cenci Queiroz
Coordenadora do Curso de Relações Internacionais da Faculdades Anglo-Americano (Foz do Iguaçu)

1.k. Coordenação docente

Prof. Dr. André Lipp Pinto Basto Lupi

1.l. Secretaria

SECRETARIA DO 8º CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO INTERNACIONAL

Academia Brasileira de Direito Internacional _ ABDI

R. Maria Bucalem Haddad, 61, 04125-010 – São Paulo – São Paulo - Fone-Fax

E-mail: secretaria@direitointernacional.org

homepage: www.direitointernacional.org

VI Curso de inverno de Direito Internacional

O Curso de Inverno de Direito Internacional, realizado pelo CEDIN e seus parceiros, tem por objetivo estimular e qualificar a reflexão e o debate sobre os mais diversos temas do Direito Internacional, inserindo o Brasil na tradição dos grandes cursos de Direito Internacional realizados, anualmente, em outras regiões do mundo.

O Curso, com duração de três semanas, sempre conta com os mais renomados professores das principais Universidades do mundo, bem como Embaixadores e representantes da Política Externa Brasileira.
VI Curso de Inverno de Direito Internacional - 2010
Data: 12 a 30 de julho de 2010
Local: Faculdade de Direito da UFMG – Belo Horizonte/MG - Como chegar
Número de Horas: 67 horas

Valor:
R$250,00 para estudante* de instituição conveniada**          
R$290,00 para estudante* de instituição não-conveniada          
R$390,00 para profissionais
*Devem comprovar que estão matriculados no ato da inscrição
**Instituições Conveniadas: UFMG, PUC-Minas, UNI-BH, UNA, FUMEC, Novos Horizontes, Milton Campos
Inscrições abertas a partir de: 12 de abril


Professores confirmados
Raul Emilio Vinuesa
Professor da Universidade de Buenos Aires
Membro da Lista de Árbitros do Mercosul
Tema: A solução das controvérsias relativas a investimentos por meio da arbitragem internacional
Philippe Weckel
Professor da Universidade de Nice Sophia-Antipolis
Membro da Sociedade Francesa de Direito Internacional
Membro da Associação de Internacionalistas
Tema: Tribunais Internacionais: o Sistema Jurisdicional Anárquico em Formação
Marcel Biato
Assessor de Política Externa da Presidência da Republica
Tema: O Direito Internacional e a reforma da governança global
Maria Teresa Infante Caffi
Professora da Universidade do Chile
Co-Diretora do Programa de Mestrado de Direito Internacional da Universidade do Chile/Universidade de Heidelberg
Diretora Nacional de Fronteiras e Limites do Ministério de Relações Exteriores
Associada ao Instituto de Direito Internacional
Tema: Solução de Controvérsias: O Direito Internacional provê os instrumentos necessários?
Tullio Treves
Juiz do Tribunal Internacional do Mar
Tema: Direito do Mar – tendências contemporâneas
Dante Negro
Diretor do Departamento de Direito Internacional da Organização dos Estados Americanos
Tema: Os novos desafios do sistema interamericano em matéria de Direitos Humanos
Eric David
Professor Emérito de Direito Internacional da Universidade Livre de Bruxelas
Temas: Elementos do Direito das Organizações Internacionais
Frank Latty
Professor da Universidade de Auvergne
Tema: O Direito Olímpico na Sociedade Internacional
Johannes van Aggellen
Ex-funcionário da ONU em Genebra do Departamento dos Direitos Humanos
Ministrou cursos de direito internacional nas Universidades principais dos Estados Unidos,Canada, Inglaterra,Portugal e Brasil
Tema: A evolução do programa das Nações Unidas dos Direitos Humanos:normas de direito e o desafio da politica internacional
Maria Beatriz Dellore
Mestre em Direito da Propriedade Intelectual pela The George Washington University Law School
Especialista em Propriedade Intelectual para a América Latina do United States Patent and Trademark Office - Consulado Geral Americano no Rio de Janeiro
Professora-Tutora dos cursos on-line de Direito da Propriedade Intelectual da Fundação Getúlio Vargas - Rio de Janeiro
Tema: Estudo sobre o TRIPS: Acordo sobre Aspectos dos Direitos da Propriedade Intelectual relacionados ao Comércio

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Instrumentos de Direitos Humanos e ONU




CARTA DE LAS NACIONES UNIDAS
CARTA INTERNACIONAL DE DERECHOS HUMANOS
INSTRUMENTOS UNIVERSALES DE LOS DERECHOS HUMANOS
   
Fecha
 
ICERD Convención Internacional sobre la Eliminación de todas las Formas de Discriminación Racial
21 dic. 1965
ICCPR Pacto Internacional de Derechos Civiles y Políticos
16 dic. 1966
ICESCR Pacto Internacional de Derechos Económicos, Sociales y Culturales
16 dic. 1966
CEDAW Convención sobre la eliminación de todas las formas de discriminación contra la mujer
18 dic. 1979
CAT Convención contra la Tortura y Otros Tratos o Penas Crueles, Inhumanos o Degradantes
10 dic. 1984
CRC Convención sobre los Derechos del Niño
20 nov. 1989
ICRMW Convención internacional sobre la protección de los derechos de todos los trabajadores migratorios y de sus familiares
18 dic. 1990
  Convención Internacional para la protección de todas las personas contra las desapariciones forzadas
 
ICRPD Convención sobre los derechos de las personas con discapacidad
13 dic. 2006
       
ICCPR-OP1 Protocolo Facultativo del Pacto Internacional de Derechos Civiles y Políticos
16 dic. 1966
ICCPR-OP2 Segundo Protocolo Facultativo del Pacto Internacional de Derechos Civiles y Políticos,  destinado a abolir la pena de muerte
15 dic. 1989
OP-CEDAW Protocolo Facultativo de la Convención sobre la eliminación de todas las formas de discriminación contra la mujer
10 dic. 1999
OP-CRC-AC Protocolo facultativo de la Convención sobre los Derechos del Niño relativo a la participación de niños en los conflictos armados
25 mayo 2000
OP-CRC-SC Protocolo facultativo de la Convención sobre los Derechos del Niño relativo a la venta de niños, la prostitución infantil y la utilización de niños en la pornografía
25 mayo 2000
OP-CAT Protocolo facultativo de la Convención contra la Tortura y Otros Tratos o Penas Crueles, Inhumanos o Degradantes
18 dic. 2002
OP-CRPD Protocolo facultativo de la Convención sobre los derechos de las personas con discapacidad
12 dic. 2006
ICESCR - OP Protocolo Facultativo del Pacto Internacional de Derechos Económicos, Sociales y Culturales
10 dic. 2008
INSTRUMENTOS UNIVERSALES DE LOS DERECHOS HUMANOS
CONFERENCIA MUNDIAL DE DERECHOS HUMANOS Y ASAMBLEA DEL MILENIO
DERECHO DE LIBRE DETERMINACIÓN
DERECHOS DE LOS PUEBLOS INDÍGENAS Y DE LAS MINORÍAS
PREVENCIÓN DE LA DISCRIMINACIÓN
DERECHOS DE LA MUJER
DERECHOS DEL NIÑO
DERECHOS DE LAS PERSONAS DE EDAD
DERECHOS DE LOS DESCAPACITADOS
LOS DERECHOS HUMANOS EN LA ADMINISTRACIÓN DE JUSTICIA
BIENESTAR, PROGRESO Y DESARROLLO SOCIAL
PROMOCIÓN Y PROTECCIÓN DE LOS DERECHOS HUMANOS
MATRIMONIO
DERECHO A LA SALUD
EMPLEO
LIBERTAD DE ASOCIACIÓN
ESCLAVITUD, SERVIDUMBRE, TRABAJO FORZOSO e INSTITUCIONES y PRÁCTICAS ANÁLOGAS

DERECHOS DE LOS TRABAJADORES MIGRATORIOS
NACIONALIDAD, APATRIDIA, ASILO y REFUGIADOS
CRÍMENES DE GUERRA y CRÍMENES DE LESA HUMANIDAD, INCLUSO EL GENOCIDIO
DERECHO HUMANITARIO
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El momento de librar al mundo de las armas nucleares es ahora, afirma Ban


03 de mayo, 2010  El Secretario General de la ONU afirmó que ahora es el momento de librar al mundo de la amenaza de las armas nucleares y urgió a los Estados a tomar medidas concretas en esa dirección. En su discurso para la inauguración de la 8ª Conferencia de Revisión del Tratado de No Proliferación de Armas Nucleares (NPT), Ban Ki-moon recordó a los 189 países participantes que el desarme es posible y los llamó a no repetir el fracaso de la reunión pasada.

El jefe de la ONU mencionó los avances registrados recientemente en el camino hacia el desarme, como el acuerdo firmado por Rusia y Estados Unidos, y pidió a todos los Estados aprovechar este ímpetu.

“Tenemos que elegir entre dejar un legado de miedo y falta de acción, o actuar con visión, valentía y liderazgo”, dijo Ban.

Agregó que para continuar acercándose al desarme hace falta conseguir la universalidad del NPT, por lo que instó a los países que no forman parte del Tratado a adherirse al instrumento lo más pronto posible.

Asimismo, subrayó la necesidad de fortalecer el marco legal en el que operan el NPT y los instrumentos que lo complementan.

Al referirse a las preocupaciones regionales, Ban instó a Irán a cumplir con las resoluciones del Consejo de Seguridad de la ONU que demandan cooperación y transparencia sobre su programa nuclear con el fin de fomentar la confianza internacional.

Por otra parte, exhortó a Corea del Norte a regresar a la brevedad posible y sin condiciones a las negociaciones de seis partes que buscan la desnuclearización de la Península de Corea.

sábado, 1 de maio de 2010

Uso da Lei da Anistia será julgado por corte da OEA

A Corte Interamericana de Direitos Humanos, sediada em San José, na Costa Rica, entrará em 20 e 21 de maio na fase final do julgamento da ação que poderá condenar internacionalmente o Brasil a não mais usar a Lei de Anistia como argumento para isentar de punição acusados de crimes contra a Humanidade cometidos na ditadura de 1964-1985. A decisão, oposta à de ontem do Supremo Tribunal Federal (STF), pede a responsabilização do Estado brasileiro por violações na repressão à Guerrilha do Araguaia.
Em até sete meses sairá a sentença do tribunal, que integra a Organização dos Estados Americanos (OEA) e poderá declarar que o Brasil, ao não punir os delitos, infringe tratados internacionais , além de ordenar que remedeie a situação. "O Estado brasileiro teve tempo suficiente e oportunidade formal agora, com o julgamento do STF, de mudar essa situação, mas decidiu permanecer inadequado às obrigações internacionais que assumiu", disse Beatriz Afonso, diretora no Brasil da organização não-governamental Centro pela Justiça e Direito Internacional (CJIL). A ONG é uma das autoras da petição que originou o processo, com o Grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro (GTNM-RJ) e Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos de São Paulo.
Oficialmente, os argumentos das partes são desconhecidos em detalhes, porque o processo corre em sigilo. Na audiência, serão ouvidos testemunhas, peritos e vítimas indiretas (familiares) e as partes farão as alegações orais finais. Beatriz criticou a decisão de ontem do STF porque, segundo afirmou, alguns ministros quiseram apontar uma suposta pressão internacional indevida contra o Brasil no caso, que não existe.