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terça-feira, 10 de agosto de 2010

É PIADA...


Pergunta: Qual é a mais correta definição de Globalização? 
Resposta: A Morte da Princesa Diana...
Pergunta: Por quê? 
Resposta: Uma princesa inglesa com um namorado egípcio, tem um acidente de carro dentro de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas. A princesa foi tratada por um médico canadense, que usou medicamentos americanos. E isto é enviado a você por um brasileiro que mora em Madri, usando tecnologia americana (Bill Gates) e provavelmente, você está lendo isso em um computador genérico que usa chips feitos em Taiwan e um monitor coreano montado por trabalhadores de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em caminhões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a você por chineses, através de uma conexão paraguaia. 
Isto é GLOBALIZAÇÃO!!!
 

'Contrariado', Lula assina decreto de sanções da ONU contra o Irã

SIMONE IGLESIAS
DE BRASÍLIA 

A contragosto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira o decreto que expande as sanções do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) contra o programa nuclear do Irã.
O Brasil é membro não permanente do Conselho e votou contra a resolução pela quarta rodada de sanções contra o Irã. O projeto, contudo, teve a aprovação de outros 12 membros, incluindo os cinco países com poder de veto --Reino Unido, França, Estados Unidos, China e Rússia. A Turquia também votou contra e o Líbano se absteve.
As medidas, aprovadas no último dia 9 de junho, foram uma punição pelo fato do Irã manter enriquecimento de urânio em seu território, o que viola resolução anterior do Conselho. Em represália, no fim de junho, o presidente iraniano anunciou um congelamento de dois meses do diálogo nuclear com as potências.
"O Brasil faz isso contrariado, porque votamos contra esta resolução", disse o chanceler Celso Amorim, ao deixar reunião com o presidente. "Não acreditamos que contribua para resolver o problema do programa nuclear iraniano", completou.
Amorim disse ainda que essas sanções não atingem diretamente as relações do Brasil com o Irã e que também não têm relação com medidas adotadas paralelamente pelos Estados Unidos e União Europeia.
"As sanções são inoportunas e contraproducentes, mas somos respeitadores das leis internacionais", disse o chanceler.
O Brasil se aproximou nos últimos meses do Irã e defendeu que o país tem direito a um programa nuclear pacífico.
Brasil e Turquia assinaram, no dia 17 de maio, um acordo com o Irã que estabelece a troca em território turco de 1.200 kg de seu urânio levemente enriquecido (a 3,5%) por 120 kg de combustível enriquecido a 20%, destinado ao reator de pesquisa médica de Teerã. A iniciativa, contudo, foi ignorada pelas grandes potências por não incluir a exigência de que Teerã interrompesse o enriquecimento de seu urânio.

Advogado diz que Uribe aceita depor contra Hugo Chávez no TPI

10/08/2010

Testemunho será dado caso processo de vítimas de supostos guerrilheiros na Venezuela for aberto

BOGOTÁ- O ex-presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, está disposto a depor contra o presidente venezuelano Hugo Chávez no Tribunal Penal Internacional (TPI), caso um processo em nome de vítimas de supostos guerrilheiros colombianos na Venezuela tenha seguimento na corte, disse um advogado destas à agência de notícias

Uribe foi consultado sobre sua disponibilidade para depor quando a denúncia foi aberta "e disse que sim", afirmou nesta segunda-feira, 5, o advogado Jaime Granados.

Na sexta, Granados enviou uma denúncia contra Chávez ao TPI, e também um processo contra o Estado venezuelano à Comissão Interamericana de Direitos Humanos. "Me confirmaram que já chegaram. Agora começa a análise de admissibilidade", disse.

A denúncia e o processo foram feitos em nome de vítimas não identificadas em relação com a suposta presença de acampamentos das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em território venezuelano. Granados já foi advogado de Uribe e de sua família.

O ex-presidente denunciou a presença de tais guerrilheiros na Venezuela com fotos e vídeos na OEA, o que provocou o rompimento de relações diplomáticas por Chávez. Amanhã, o novo presidente da Colômbia terá uma reunião com o líder venezuelano para tentar resolver o impasse.

Flotilha

Nesta segunda, o ex-presidente colombiano viajou a Nova York para assumir suas novas tarefas no comitê da ONU que investigará o recente ataque israelense a uma frota que levava ajuda humanitária para Gaza.

A designação de Uribe como membro da comissão investigativa ao assalto israelense à "Flotilha da Liberdade", que deixou nove ativistas turcos mortos em 31 de maio, foi anunciada em 2 de agosto pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

Uribe será vice-presidente do comitê liderado pelo ex-primeiro-ministro da Nova Zelândia, Geoffrey Palmer, e da qual também farão parte um delegado de Israel e outro da Turquia.

Pnud lança Índice de Valores Humanos


10/08/2010

Da Agência Brasil

Brasília - O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) lança hoje (10) o Índice de Valores Humanos (IVH), juntamente com o rascunho do Caderno 3 do Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH) Brasileiro 2010. Será às 13h, na sede do programa, no Setor Sudoeste em Brasília.

Inédito no mundo, o IVH trabalha as mesmas dimensões do Índice de Desenvolvimento Humano, mas é mais qualitativo, com foco nos processos de desenvolvimento e em indicadores que são vividos pelas pessoas no seu dia a dia.

Israel ameaça deixar investigação de ataque a flotilha

10/08/2010

Mundo


Israel ameaçou hoje retirar-se da investigação patrocinada pela Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a ação militar israelense contra uma flotilha humanitária que resultou na morte de pelo menos nove cidadãos turcos. A ameaça israelense veio à tona depois de o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, ter qualificado como inegociável a possibilidade de soldados de Israel serem chamados a depor sobre a ação militar ocorrida em águas internacionais na madrugada de 31 de maio.

Israel aceitou participar da investigação na semana passada. A inesperada ameaça de retirar-se do inquérito veio à tona apenas algumas horas depois de o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ter defendido a ação militar. Netanyahu afirmou nesta segunda-feira que Israel agiu de acordo com as leis internacionais quando atacou uma flotilha com ajuda humanitária encabeçada por um navio de bandeira turca que se dirigia à Faixa de Gaza. A declaração de Netanyahu foi feita a uma comissão de inquérito israelense que investiga o caso.

A única função do comitê é examinar a legalidade internacional do bloqueio naval e das ações tomadas para mantê-lo. Os integrantes do painel não estão autorizados a investigar o processo de tomada de decisão que levou à operação nem têm autoridade para interrogar os soldados envolvidos na ação.

O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, será questionado na terça-feira. No dia seguinte, será a vez do Chefe das Forças Armadas, Gabi Ashkenazi. Os dois devem ser questionados sobre os aspectos operacionais da abordagem dos navios.