Brasil apoiará resolução de 1970 contra Líbia
SÃO PAULO. O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, afirmou que o Brasil está em contato com os países da União Européia, da América Latina e do Conselho de Segurança da ONU para discutir a adoção de medidas contra o regime de Muammar Kadafi na Líbia, onde forças oposicionistas estão sob bombardeio. Patriota reiterou a disposição atual de não aprovar ações unilaterais de repressão e lembrou que já existe uma resolução contra a Líbia.
- Lembraria que foi adotada, há poucos dias, pelo conselho, uma resolução muito ambiciosa, de 1970, que já estabelece o embargo de armas contra a Líbia, já cria a comunicação para congelamento de haveres de Muamar Kadafi no exterior e a restrição de viagem para 16 pessoas. E que, além disso, submete a Líbia, no caso do uso da força contra manifestantes desarmados, à corte penal internacional. Não são medidas suaves, são medidas muito fortes - disse Patriota.
O chanceler brasileiro já conversou por telefone com a alta representante da União Européia para relações internacionais e assuntos de segurança, Catherine Ashton, sobre a reunião de chefes de estado que discutiu a questão líbia. E lembrou que o secretário-geral da ONU já enviou um conselheiro ao país para tentar negociar a redução do nível de violência.
- Lembraria que foi adotada, há poucos dias, pelo conselho, uma resolução muito ambiciosa, de 1970, que já estabelece o embargo de armas contra a Líbia, já cria a comunicação para congelamento de haveres de Muamar Kadafi no exterior e a restrição de viagem para 16 pessoas. E que, além disso, submete a Líbia, no caso do uso da força contra manifestantes desarmados, à corte penal internacional. Não são medidas suaves, são medidas muito fortes - disse Patriota.
O chanceler brasileiro já conversou por telefone com a alta representante da União Européia para relações internacionais e assuntos de segurança, Catherine Ashton, sobre a reunião de chefes de estado que discutiu a questão líbia. E lembrou que o secretário-geral da ONU já enviou um conselheiro ao país para tentar negociar a redução do nível de violência.

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