Paraguai retira do Senado pedido de adesão da Venezuela ao Mercosul
10/12/2010
Assunção, 9 dez - O Governo paraguaio retirou nesta quinta-feira do Senado, de maioria opositora, o segundo pedido de ratificação do ingresso da Venezuela como membro pleno do Mercado Comum do Sul (Mercosul), duas semanas após ter realizado esse mesmo trâmite.
A adesão da Venezuela ao bloco, aprovada em 2006 pelos Governos dos quatro membros, está nas mãos do Senado paraguaio depois que esse trâmite foi completado nos Congressos de Brasil, Argentina e Uruguai.
Fontes legislativas informaram à Agência Efe que a ordem do presidente Fernando Lugo foi concretizada na manhã desta quinta-feira antes da sessão ordinária semanal da Câmara alta, já que o Governo não conseguiu obter os votos necessários para garantir a aprovação.
A nova retirada se produz a uma semana do recesso anual e o pedido não poderá ser tramitado novamente até março.
Em 25 de novembro, o Governo paraguaio tinha retirado o pedido de adesão da Venezuela e setores políticos e a imprensa vincularam essa iniciativa a possíveis pactos com grupos opositores no Congresso em troca de cargos públicos.
Alguns meios de comunicação ressaltaram inclusive que haveria um suposto incentivo econômico do Governo venezuelano para que o Executivo paraguaio alcance a maioria de que necessita no Senado.
A adesão da Venezuela ao bloco, aprovada em 2006 pelos Governos dos quatro membros, está nas mãos do Senado paraguaio depois que esse trâmite foi completado nos Congressos de Brasil, Argentina e Uruguai.
Fontes legislativas informaram à Agência Efe que a ordem do presidente Fernando Lugo foi concretizada na manhã desta quinta-feira antes da sessão ordinária semanal da Câmara alta, já que o Governo não conseguiu obter os votos necessários para garantir a aprovação.
A nova retirada se produz a uma semana do recesso anual e o pedido não poderá ser tramitado novamente até março.
Em 25 de novembro, o Governo paraguaio tinha retirado o pedido de adesão da Venezuela e setores políticos e a imprensa vincularam essa iniciativa a possíveis pactos com grupos opositores no Congresso em troca de cargos públicos.
Alguns meios de comunicação ressaltaram inclusive que haveria um suposto incentivo econômico do Governo venezuelano para que o Executivo paraguaio alcance a maioria de que necessita no Senado.

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